Da série "Política na rede": O bizarro "novo normal".
O termo "novo normal" vem sendo articulado pela grande imprensa como uma coisa positiva pós-pandemia.
A verdade é que o advento da pandemia proporcionou aos governos a oportunidade de tomarem medidas bizarras, que se mostraram nada além de um experimento social de controle comportamental jamais visto.
Na Alemanha há estabelecimentos onde as pessoas estão usando chapéus com aquele "macarrão" utilizado em piscinas para manter o famigerado distanciamento social.
Na China crianças também estão utilizando chapéus com um tipo de haste para manter uma afastada da outra.
Na Arábia Saudita os shoppings estão reabrindo com demarcação no solo mostrando por onde as pessoas devem caminhar ou permanecer.
Em Cingapura um cão-robô caminha entre as pessoas medindo a distância entre elas e avisando quando tal distância é descumprida.
Em Nova Iorque um de seus parques demarcou círculos na grama para mostrar onde as pessoas devem ficar.
Enfim, essa aceitação bovina da interferência estatal no comportamento individual é uma afronta ao direito à liberdade. O estado se agigantou durante a pandemia e a nossa missão é fazer com que ele retroaja pelo menos ao estado anterior.
Se tais bizarrices forem acopladas ao status quo, então ficará muito difícil recuperar nossa liberdade depois. Não podemos ceder a uma interferência tão invasiva por parte do estado sem luta, sem esperneio.
Lembre-se que a liberdade que é cedida ao estado jamais será devolvida.
Eu repudio veementemente esse "novo normal".
Segue!






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